Olá, pessoal! Boa tarde!
Clique feito em 8 de setembro de 2022, 53 dias antes daquele [dia] que mudaria nossas vidas por completo.
Eu me chamo Suélen Hernandes Moraes e sou a mãe humana da Victória (ou "Bibi" para os íntimos).
A Vic é uma doguinha da raça Lhasa Apso que nasceu na cidade de Curitiba, capital paranaense. Nossos caminhos se cruzaram em um petshop localizado no Shopping Jardim das Américas. Era 16 de dezembro de 2011. Ela tinha dois meses e 15 dias de vida e eu, 27 anos. À época, a minha vida estava passando por intensas transformações (físicas e psicológicas). Fui ao fundo do poço e, graças a Deus, renasci. Naquela oportunidade, a minha filha de quatro patas surgiu para alegrar o meu cotidiano... trazer luz às trevas que me assombravam.
Os anos se passaram e inúmeros desafios apareceram em nossas trajetórias. Agora, talvez, estejamos enfrentando o maior deles.
Na quinta-feira passada (27), a Victória começou a apresentar resistência para se alimentar e beber água. Tentei oferecer sachês para abrir o apetite dela, mas não obtive êxito. Com isso, no dia seguinte (em que o calor se fazia presente), pouco antes de eu decidir dar banho nela, a Bibi teve alguns espasmos musculares. Assustada, corri com ela em busca de atendimento veterinário.
Por recomendação da veterinária Maysa Seibert, levei a Vic até um laboratório de análises clínicas para coletar sangue e realizar os seguintes exames:
- Hemograma completo;
- Uréia;
- Creatinina;
- ALT;
- AST;
- Albumina.
O resultado da Albumina ainda está por chegar. Contudo, os demais saíram algumas horas depois. Os índices indicavam que ela estava com uma anemia discreta e as enzimas ALT (Alanina aminotransferase) e AST (aspartato aminotransferase), ambas localizadas no fígado, bem acima dos valores de referência.
De sexta-feira (dia 29) até sábado à tardinha, a Victória fez o tratamento medicamentoso indicado pela veterinária Maysa (o que incluiu aplicação de fluidoterapia subcutânea). Porém, o fato de ela não beber água por conta própria me preocupou demais. Por isso, optei por interná-la em uma clínica veterinária para fazer administração de soro pela veia e, assim, diminuir a quantidade de uréia existente no sangue da Bibi a fim de que ela pudesse reduzir a sensação de náusea e desconforto estomacal.
No domingo à noite, a Bibi retornou da clínica um pouco mais disposta. Inclusive, ela passou a tomar água sem ajuda.
Seguindo.
Na segunda-feira, dia 31 de outubro, eu levei a Vic para fazer uma ultrassom abdominal e um outro exame de sangue (agora, o objetivo era verificar a presença - ou não - de hemoparasita). Ao final, descartamos a hipótese de hemoparasita (🙌), mas não outras mais graves. Ela recebeu o diagnóstico de gastrite (bem forte) e de insuficiência renal (😥).
De lá para cá, a minha doguinha amada alternou momentos de atividade com apatia e vômito... de beber água sozinha com alimentação e hidratação por meio de seringa.
Amigas e amigos internautas... não preciso lhes dizer que o meu mundo caiu e acabei sendo tomada por múltiplos sentimentos. Eu tenho dois filhos humanos que amo "to the moon and back". Mas a Victória é minha filha também. A preocupação com a saúde dela é igual. O amor então... nem se fala. Se estou feliz ou triste... se erro ou acerto... ela está sempre junto a mim para acalentar o meu coração e propiciar serenidade ao meu lado mais ansioso e agitado. Quero o melhor para a pequenina.
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